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[ Outubro 4, 2018 by clickadmin 0 Comments ]

À procura da melhor forma de chegar ao ClickSummit?

Está à procura da melhor forma de chegar ao ClickSummit? Não procure mais, a Cabify dá-lhe uma boleia.

É muito simples – faça o download na sua app store, registe-se (caso ainda não nos conheça) e comece a viajar com a melhor solução de mobilidade de Lisboa.

Temos ainda uma novidade para si – o Polo Tecnológico de Lisboa é uma Cabify Zone.

Qualquer viagem de ou para* o LISPOLIS durante o evento tem automaticamente 20% de desconto.

Peça viagens para o momento ou reserve para a altura mais conveniente.
Descubra as nossas categorias Group (até 8 pessoas) ou Baby (com cadeirinha de bebé Chicco); e partilhe a experiência com a sua empresa!

Afinal, dispomos de um serviço específico para uso corporativo, onde pode agendar viagens para colaboradores, estabelecer centros de custo para uma faturação simples, e muito mais.
Tudo através do seu telemóvel ou computador.
Sem faturas perdidas. Sem dinheiro de caixa.

E claro, somos nativos digitais e não podíamos perder o ClickSummit.

Vamos juntos?

PS: tem ainda uma surpresa nossa à espera no Welcome Pack. 🙂

*válido para contas privadas, para viagens até 20€. Não aplicável a viagens pagas com TPA a bordo do veículo.

P.P.S – Artigo escrito pela Cabify

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[ Setembro 18, 2018 by clickadmin 0 Comments ]

evenTwo cria app mobile do ClickSummit 18′

A evenTwo, uma das empresas líderes no desenvolvimento de Apps nativas para iOS e Android, desenvolveu a app mobile oficial da edição de 2018 do Clicksummit.

Mas quais as principais vantagens da utilização de uma app num evento como o CLICKSUMMIT?


1- Informações sempre atualizadas

Toda a agenda, speakers, expositores e dicas úteis estão disponíveis para o participante, mesmo sem conexão à Internet.
Dizer ainda que o envio de notificações push permite informar os participantes de qualquer alteração à agenda ou evento de interesse.
Além disso, o organizador pode publicar galerias de imagens, vídeos ou documentos antes, durante e depois do evento.

2- Estatísticas de feedback e utilização

Através da App, os participantes podem fazer avaliações, pesquisas, participar em jogos, enviar perguntas aos speakers e até votar ao vivo durante as sessões. Foi por isso que resolvemos adicionar estatísticas de utilização às suas apps. Ou seja, a fim a fornecer ao organizador, informações valiosas sobre o que mais interessou aos participantes/utilizadores da aplicação.

3- Networking entre participantes

Atualmente é colocado um ênfase especial no networking durante o evento, transformando assim a app numa espécie de rede social.
Na app Clicksummit, os utilizadores têm o seu próprio perfil e podem interagir em chats e enviar mensagens e imagens privadas.

Para a app do evento deste ano, acrescentámos ainda a funcionalidade de matching (correspondência profissional) que permite relacionar utilizadores de acordo com os seus perfis e preferências.

4- Benefícios extras para patrocinadores

Espaços como o carrossel de patrocinadores das apps evenTwo permitem aumentar o ROI do evento até 30%. Além disso, as estatísticas de visualização dos logotipos são uma ferramenta fundamental para justificar este tipo de patrocínio.

5- Experiência do utilizador

Nem todas as apps são iguais. Para uma experiência de utilizador ideal, a evenTwo aconselha sempre a opção de apps totalmente nativas, desenvolvidas nas linguagens e nos padrões de usabilidade do iOS e do Android como a que desenvolvemos para o ClickSummit.
O resultado é uma App estável, segura, ágil e intuitiva, com um design moderno e de acordo com as diretrizes do evento.

Porquê a evenTwo?

De forma sucinta somos o parceiro ideal para a criação de apps para eventos.
Com mais de 2.000 Apps criadas para grandes empresas e organizadores a nível mundial, oferecemos as funcionalidades necessárias para potenciar o sucesso de qualquer evento de maneira muito simples, e tudo a partir de apenas 500 euros.

Nota: Este artigo foi escrito integralmente pela evenTwo)

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[ Agosto 10, 2018 by clickadmin 0 Comments ]

O que deve levar na mala para 2 dias de conferência

Imagine que se está a preparar para ir a uma conferência de 2 dias e começa a pensar no que não pode ficar de fora da mala que costuma levar para estas ocasiões. O que é que começa por fazer? Arrumar essa mesma mala, certo?

Se não é por aí que começa… então é melhor começar a rever o seu planeamento, porque este é, sem sombra de dúvidas, um ponto essencial na antecâmara da vinda a um grande evento.

Quem melhor do que alguns habitués em eventos para vos dizer o que devem ou não enfiar na vossa mala antes de saírem de casa?

André Novais de Paula, diretor criativo da DirectiMedia, e frequentador assíduo de eventos dá-nos alguns conselhos:

andre-novais-de-paula-clicksummit

“Para a População Geral, existem algumas coisas que não podem MESMO faltar:
– Smartphone – não levar o Smartphone para um evento destes é o mesmo que ir sem roupa. Toda a atividade que se pode potenciar nas Redes Sociais depende dele, por isso…
– Cartões de Visita – podem achar que já não são tão importantes assim, já que hoje em dia é tudo digital (e no CLICKSUMMIT até é possível gravar os contactos dos participantes directamente através do QR Code no Badge), mas eu não dispenso.
Além disso adoro o ritual de troca de cartões;
Powerbank – é preciso garantir que temos energia durante todo o dia;
– Carregador – mesmo levando um powerbank eu recomendo sempre levarem um carregador de telefone;
Bloco de Notas e Caneta – é importante tirar notas das pérolas que são partilhadas nas palestras (eu não preciso porque uso o Evernote;
 – Plano de Dados – eu nunca facilito e muito embora os eventos tenham wifi disponível, gosto de saber que se for necessário tenho dados suficientes para poder trabalhar”

Joana Rita Sousa, filósofa, pensadora e formadora, diz-nos que:

“Como é do conhecimento comum, as malas das senhoras transportam consigo este mundo e o outro. A minha não é exceção. Nos dias de eventos (académicos ou nem por isso) há objetos que simplesmente não podem ficar em casa:

– o iPhone é essencial, para registar as selfies com os participantes e ir fotografando alguns momentos;
– o iPad (que no meu caso se chama iNietzsche) é o meu aparelho preferido para aceder ao twitter e partilhar conteúdo com o resto do mundo;
– o powerbank e os cabinhos respetivos, para que não falte bateria nos momentos cruciais;
– um caderno e várias canetas também são fundamentais, pois há ideias que podem surgir e que não se podem perder;
cartões de visita, para dar um ar vintage no momento de networking.
Depois há aquelas coisas que não cabem na mala e que são fundamentais, enquanto participante num evento: a disponibilidade para ouvir e aprender, bem como o pensamento crítico afinado para colocar questões e contribuir para o diálogo. Ah, o sorriso e o humor, sempre!”

Então e o que leva na mala Pedro Rebelo, Digital Strategist do Governo?


“Na minha mala, sempre que vou a um evento como o CLICKSUMMIT, não pode faltar: – o meu telemóvel (ou melhor, os meus telemóveis, até porque por exigência profissional, não posso estar sem eles 🙂 );
headphones (porque a qualquer momento posso ter que atender o telefone e é muito menos intrusivo se o fizer com headphones);
– um powerbank (que me dê pelo menos 3 cargas) e os repetivos adaptadores; um caderno de apontamentos (porque há coisas que me parecem dignas de registo físico), uma caneta e cartões de visita. Por incrível que pareça, num mundo tão digitalizado, os cartões de visita são, ainda hoje, um elemento de grande valor em eventos que promovem o engajamento social. E um bocadinho de paciência também, porque por vezes é preciso paciência para se ouvir certas coisas…

Podemos já perceber que há alguns pontos em comum nestas primeiras respostas: smartphone, cartões de visita e powerbank, mas vamos tentar perceber se estes se repetem.

Daniela Cunha, Social Media & Digital Marketing Specialist elege o indispensável:

Smartphone, bloco de notas, caneta e PC.
Com o smartphone vou tirando notas, onde junto fotografias que tiro na hora às apresentações, também aproveito e vou logo ao LinkedIn procurar pessoas e adicioná-las à minha rede de contactos, etc..
O PC para alguns momentos específicos, nomeadamente se for necessário enviar algo para algum cliente;
O Bloco de notas e caneta como backup, para o caso de ficar sem bateria. Ahhh, esqueci-me dos cartões de visita e da Power Bank, claro.”

 

João Miguel Lopes, especialista em Transmedia Storytelling, conta-nos o que é que envolve o planeamento de uma vinda a um evento:

“Em primeiro lugar tento estabelecer, previamente, uma série de contactos com eventuais participantes no evento. Para quê? Para potenciar o encontro entre colegas e também potenciar o networking no local com pessoas com quem temos e mantemos contacto online. Quanto a equipamentos: Smartphone, claro, para capturar fotos e vídeos durante o evento e partilhá-los de forma constante nas minhas redes sociais e nas redes do evento são uma prática comum e recorrente.

Na mochila trago ainda o meu Mac 13”. É um companheiro inseparável, pois consigo sempre aproveitar alguns momentos para trabalhar.

Quanto a acessórios, powerbank, carregador de PC, bloco de notas e lápis, são fundamentais. A tecnologia facilita-nos a vida mas… às vezes falha!”

Por sua vez, Virgínia Coutinho, fundadora da Lisbon Digital School, para além do smartphone, da powerbank e do bloco, referido por todos os entrevistados, acrescenta um pormenor de que ninguém se lembrou:

“Um casaco de malha. Nunca se sabe como será o ar condicionado do auditório!”

E não é que é capaz de ser um dos melhores conselhos aqui deixados?

 

Se depois disto ainda não consegue decidir o que há de colocar na sua mala antes de sair de casa rumo a um evento de dois dias, tal como o CLICKSUMMIT (num exemplo perfeitamente imparcial), aqui fica um resumo do que nos foi dito pelos nossos craques em eventos:

O QUE NÃO PODE MESMO FALTAR NA SUA MALA NUM EVENTO DE 2 DIAS

– Smartphone
– Carregador
– Powerbank
– Cartões de visita

– Bloco de Notas
– Lápis ou caneta
Relógio analógico (este recomendamos nós, porque, como diz o João Miguel Lopes, a tecnologia facilita muito a nossa vida, mas também falha)
Calçado confortável (outra recomendação a nosso cargo)
– Energia! Sem dúvida que sem ela a sua participação no evento vai sair claramente prejudicada. Por isso, aproveite para dormir bem na noite anterior ao evento, vai ver que depois no vai agradecer o precioso conselho.

Agora é só fazer as malas, apontar ao próximo evento e preparar-se para brilhar + alto do que as estrelas!

Quanto a nós, esperamos por si, em outubro, no melhor CLICKSUMMIT de sempre.
Mala da conferência, Caneta, Bloco de notas, entre outros objectivos, são alguns dos items, que temos como oferta aos participantes em todas as edições com a preciosa ajuda da SIGNA como merchandising partner…portanto já não falta tudo 🙂

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[ Julho 18, 2018 by clickadmin 1 Comment ]

Portugueses continuam a não comprar online

Saiba que 68% dos portugueses continua a não fazer compras online?

Pois é. São estes os dados de um estudo recente levado a cabo pelo Observador Cetelem, em 2018, e que nos dão conta de uma realidade bem diferente daquela que muitas vezes julgamos existir.

68% dos portugueses nunca fez uma única compra através da internet. Zero. Nada de nada. O que significa que há quase 7 milhões de pessoas que podiam estar a comprar produtos pela net e… não o estão a fazer.

Talvez não seja descabido de todo pensar ou tentar encontrar uma justificação para estes números, e perceber o que é que pode ser feito para mudar esta realidade.

“As compras online estão a atrair cada vez mais adeptos. Seja no Laptop, PC, Tablet ou Smartphone, os portugueses ganham hábitos de mergulho nas lojas virtuais para fazerem as suas compras. Aquilo que há dez anos não era sequer uma alternativa apresenta hoje um crescimento sustentado, constituindo para muitos a primeira opção para compras.”

Este é o primeiro parágrafo do texto que serve de introdução aos números que depois são apresentados como ilustrativos da realidade do país.

Se é certo que o número de compradores online está a aumentar, também não é menos verdade que termos 68% da população a não fazer qualquer compra online não deixa de ser uma número elevado e que merece atenção.

Os números encontram algumas explicações mais à frente:

“No entanto, 68% ainda declaram não fazer compras através da Internet – os principais motivos parecem estar associados ao facto de Portugal ter uma população mais envelhecida, com menor possibilidade de acesso à tecnologia, em especial para aqueles que residem fora dos grandes centros urbanos, onde, adicionalmente, a cobertura de Internet é francamente mais limitada”

Obviamente que esta percentagem constitui um desafio muito interessante para as marcas que têm todo um mercado por explorar.

É certo e sabido que Portugal tem uma população muito envelhecida e que a mesma vai continuar a aumentar nos próximos anos.

[Nota: Há quase 4 mil pessoas com mais de 100 anos no nosso país]

Mas também é sabido que estamos a fazer várias tentativas para aproximar essa mesma população da tecnologia, como é prova recente a entrega do IRS exclusivamente via internet.

Aceda aqui ao relatório completo do Observador Cetelem para conhecer em pormenor as conclusões deste estudo sobre os hábitos de consumo online da população portuguesa.

Ah, e boas compras. Compre online. Vai ver que não custa nada e dá muito jeito.

ChatbotsInfluenciadoresMobileNative AdsTendênciasVídeo Marketing
[ Dezembro 30, 2016 by clickadmin 0 Comments ]

Acho que o vídeo é uma mega-tendência, quase tão grande como mobile

Mobile first. É a expressão cliché, repetida vezes sem conta, em propostas a clientes, em formações, em conversas de café. Na verdade, continuamos a teimar em lembrá-la – vezes de mais até – pois em muitas estratégias de comunicação esta “regra” continua a não existir.

Agora olhemos para a frase que dá título a este artigo, da autoria de Mark Zuckerburg, e que lança assim a primeira grande tendência para 2017. O vídeo é hoje uma realidade para muitas empresas, faz parte das suas estratégias, mas será que todos já compreenderam o seu potencial? O seu verdadeiro impacto? Provavelmente não. E a esses, provavelmente, ainda teremos de continuar a lembrar “mobile first”.

Um estudo da Google aponta que hoje os adolescentes assistem menos 64% de TV do que os adultos, pois preferem ver online os seus vídeos.

Com um crescimento assinalável ano após ano e com um impacto direto nos negócios, o vídeo é claramente uma aposta segura. Para perceber esta realidade, veja o estudo da Cisco que estima que, em 2017, o conteúdo vídeo seja responsável por 69% de todo o tráfego na internet. E para que possa justificar esta aposta entre os seus pares, saiba ainda que, ao colocar um vídeo na sua landing page, poderá aumentar em 80% a sua taxa de conversão.

facebook-live-video

Várias são as plataformas que permitem a criação e partilha de conteúdos vídeo, mas a forte aposta do Facebook neste formato, massificou a utilização do formato Live pela generalidade das pessoas. Para que entendamos a importância deste formato, para Zuckerberg, em 5 anos o Facebook será na sua maioria em formato vídeo. Mas esta aposta segue um caminho natural, de acompanhar o crescimento e hábitos dos seus utilizadores. Outras redes ganharam o seu espaço neste formato, como é o caso do Twitch, que registou mais de 65 milhões de utilizadores a assistirem online a outras pessoas a jogarem videojogos. Compreendendo que 73% dos utilizadores desta rede social estão entre os 18 e os 49 anos de idade, é natural que outras redes sigam o exemplo e apostem no vídeo.

Mas o crescimento, facilidade de produção e partilha de vídeo, fez possível o nascimento de novas figuras mediáticas, os novos influenciadores de opinião, os Youtubers. Estas novas figuras movimentam milhares, e em muitos casos milhões, de seguidores. Algo impensável há bem pouco tempo, aliás, algo apenas possível para os que tinham acesso a meios de mass media.

Os novos influenciadores são para nós uma das tendências para 2017. O influence marketing tem vindo a ganhar o seu espaço nos últimos anos, tendo cada vez mais importância na estratégia de muitas marcas. Este ano reserva, sem dúvida, um crescimento para esta área.

82% afirmam que provavelmente seguirão a recomendação de um micro-influencer.

O crescimento do influence marketing surge como resposta à necessidade das marcas para se diferenciarem, assim como o crescimento do Ad Blocking. Para que se entenda melhor esta realidade veja-se o número de downloads do Adblock Plus (a extensão de bloqueio de anúncios mais popular do mundo) que atingiu mais de 500 milhões de downloads. O crescimento de soluções de Ad Blocking em mobile é ainda maior que em desktop, tendo-se assistido a um crescimento na ordem dos 90% YOY.

A relação com estes novos influenciadores permite às marcas aceder a conteúdo original e relevante para os seus seguidores. Conteúdo que muitas vezes poderá ser utilizado como Native Ads.

Native Ads, ou publicidade nativa em português, um formato de publicidade cada vez mais comum – em parte devido ao surgimento dos blogues e das redes sociais. Este formato consiste na publicação de conteúdo no mesmo formato dos outros conteúdos da plataforma, ou seja, mesmo layout e estilo, como se este fosse mais um post/artigo do autor. A única diferença está no facto deste estar assinalado, de alguma forma, como conteúdo patrocinado.

De acordo com uma pesquisa do Yahoo, a publicidade nativa gera um aumento de 114% no top of mind awareness em relação a outros formatos de anúncio.

Para o comum utilizador, o Native Ad é imperceptível e é algo que surge com naturalidade num feed de uma rede social ou num blogue. O seu conteúdo, por norma, é relevante, interessante e útil para o target a que se destina, o que beneficia em muito o mesmo.

Acreditamos que no próximo ano os Native Ads venham a ganhar ainda maior dimensão. Esta previsão baseia-se uma vez mais na necessidade de contornar ferramentas de Ad Blocking, mas sobretudo numa necessidade de posicionamento das marcas, na conquista de novas audiências e na preocupação com a criação de conteúdo relevante para as mesmas.

por Rodolfo Cardoso